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Comunicado à CMVM revela detalhe invulgar no contrato milionário de Jakub Kaminski

Colónia blinda acordo com exigência inédita sobre o futuro do extremo polaco e regulamentos da FIFA entram em cena

O comunicado oficial enviado pela SAD do Sport Lisboa e Benfica à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a propósito da contratação definitiva de Jakub Kaminski, revelou aos investidores e aos adeptos um pormenor altamente invulgar e secreto relativo ao acordo estabelecido com os alemães do Colónia [glorioso1904.pt].

💰 A Cláusula Bizarra das Mais-Valias

O clube germânico garantiu contratualmente o direito a receber 10% da mais-valia de uma futura transferência do extremo internacional polaco [glorioso1904.pt]. No entanto, os contornos do documento sofrem uma alteração drástica: essa percentagem dispara e sobe para uns impressionantes 25% caso o Benfica decida vender o jogador durante a presente janela do mercado de verão de 2026 [glorioso1904.pt], de acordo com as informações avançadas pelo jornal Record.

🧼 O Plano de Salvaguarda do Colónia contra a Premier League

A inclusão desta cláusula draconiana surge como uma forma de a direção do Colónia se salvaguardar financeiramente perante a forte possibilidade de Kaminski despertar rapidamente o interesse fulminante de outros colossos europeus — nomeadamente emblemas endinheirados da Premier League inglesa — e ser novamente transferido muito pouco tempo depois de aterrar no Estádio da Luz.

Apesar dessa forte precaução adotada pelos alemães, a verdade é que os encarnados estariam legalmente impedidos de concretizar uma venda imediata do atleta devido aos rigorosos regulamentos jurídicos que se encontram em vigor na FIFA.

🛑 A Barreira da FIFA contra as “Transferências-Ponte”

Desde o ano de 2020, a FIFA introduziu alterações profundas e severas ao regulamento de transferências internacionais com o claro objetivo de eliminar de vez as chamadas “transferências-ponte”. Estas manobras ocorriam quando um jogador era contratado por um determinado clube com a única intenção de gerar lucro rápido através de uma venda ou empréstimo quase imediato a terceiros.

De acordo com essas diretrizes aplicadas pela entidade máxima do futebol mundial, um jogador profissional está proibido de ser transferido a título definitivo para dois clubes diferentes num período inferior a 16 semanas (o equivalente a cerca de quatro meses). Ainda assim, o Colónia recuou nas conversas e optou por exigir a inclusão da cláusula no papel, garantindo uma blindagem e proteção adicional perante qualquer eventualidade de bastidores relacionada com uma futura venda do craque polaco.

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