Tomás Araújo recorda a chegada ao Benfica: «Ao saber que estavam interessados, disse logo que sim»
Em entrevista à UEFA, o defesa-central recordou a chegada à formação encarnada, destacou a conquista da Youth League e revelou três personalidades com quem gostaria de trocar ideias.

Tomás Araújo concedeu, esta sexta-feira, uma extensa entrevista aos meios de comunicação da UEFA, na qual falou sobre o seu percurso no Benfica, desde a formação até à atual temporada. O defesa-central português abordou ainda a evolução da equipa e revelou algumas escolhas inesperadas quando foi questionado sobre as personalidades com quem gostaria de conversar.
O internacional português começou por explicar a exigência de representar o clube da Luz, destacando a ambição dos adeptos e a importância de uma equipa capaz de assumir o controlo dos jogos.
«Querendo jogar no Benfica, tens de perceber que os adeptos estão sempre no seu máximo, querem sempre que a equipa vá para a frente, jogue para a frente, querem sempre ver um Benfica muito avassalador. Acho que principalmente esta época estamos a fazer um trabalho muito bom, temos muitas condições para ter uma época muito boa», afirmou.
A chegada ao Benfica foi uma decisão fácil
Ao recordar o início do seu percurso de águia ao peito, Tomás Araújo revelou que não hesitou quando soube do interesse do Benfica. A possibilidade de representar o clube foi recebida com entusiasmo desde o primeiro momento.
«Quando soube que o Benfica estava interessado, disse logo que sim e perguntei quando é que seria a assinatura de contrato. Foi uma coisa muito natural», recordou.
O defesa-central explicou ainda a importância que o clube tem para si, considerando que a decisão de aceitar o convite foi simples.
«O Benfica para mim e para todos os portugueses, sinceramente, é o maior de Portugal, e o melhor também na minha opinião, como é óbvio. Era uma resposta fácil de dar», acrescentou.
A conquista que marcou a formação
Entre os momentos mais especiais da sua passagem pela formação encarnada, Tomás Araújo destacou a conquista da UEFA Youth League. O jogador recordou o significado daquele triunfo, tendo em conta o histórico do Benfica na competição.
«Erguer a Youth League, pela história que o Benfica tinha tido na competição, foram três finais a perder, e conseguir ganhar da forma que foi, da forma como jogávamos, foi um momento muito especial. Só quando o tempo passa é que temos noção do feito que foi», explicou.
Tomás Araújo destaca confiança na equipa
A nova fase do Benfica sob o comando de Marco Silva também esteve em destaque na entrevista. O central considera que a equipa está confiante e tem assimilado as ideias do treinador.
«A equipa está muito confiante. O míster entrou, deu-nos a ideia dele e acho que toda a gente acredita na ideia do míster e consegue-se ver isso dentro do campo», afirmou.
Tomás Araújo sublinhou ainda a qualidade do plantel e a competitividade existente na luta por um lugar no onze inicial. Na sua perspetiva, essa concorrência obriga todos os jogadores a manterem um elevado nível de desempenho.
«Temos trabalhado muito, sabemos que temos uma qualidade muito grande, com vários jogadores a poderem lutar pelo onze inicial», salientou.
O defesa acrescentou que a exigência interna serve de motivação para os jogadores continuarem a trabalhar e a procurar dar o máximo em cada partida.
As três personalidades com quem gostaria de conversar
A parte mais inesperada da entrevista surgiu quando Tomás Araújo foi questionado sobre as três pessoas com quem gostaria de trocar ideias. A primeira escolha foi Mats Hummels, uma referência futebolística para o internacional português.
As outras duas opções saíram do universo do futebol. O jogador mencionou Elon Musk, empresário com quem gostaria de aprender mais sobre negócios, e Nayib Bukele, presidente de El Salvador.
«Com quem trocava ideias? Pode ser um dos meus ídolos do futebol, o Mats Hummels. Depois, é difícil. Provavelmente o Elon Musk, para aprender um bocadinho do negócio e como é que se fazem as coisas. E depois pode ser o (Nayib) Bukele, presidente de El Salvador, pode ser, para aprender um bocadinho também. Acho que eram três boas pessoas», concluiu.







