Pedro Sousa trava entusiasmo e revela contas de 50 milhões que afastam craque do Benfica
Comentador analisa ordenado milionário do trinco e avisa que probabilidade de transferência imediata para a Luz é baixa

O possível regresso do internacional português João Palhinha ao futebol nacional tem sido um dos temas mais acesos e debatidos na comunicação social. Embora o Benfica demonstre fortes intenções de bastidores para avançar para a sua contratação, o conhecido comentador Pedro Sousa veio a público revelar que as probabilidades reais de o negócio se concretizar são bastante baixas.
🎙️ “Há apenas 25 a 30% de possibilidades…”
Em análise direta transmitida no programa Mercado NOW, do grupo Media Livre, o jornalista colocou um travão nas expectativas da massa associativa:
“Há apenas 25 a 30% de possibilidades de João Palhinha vir a ser jogador do Benfica.”
“Acredito piamente que ele vai acabar por ficar mais um ano a competir no futebol estrangeiro, daí ter avançado com estes números taxativos”, justificou.
💰 As Contas de 50 Milhões de Euros que Assustam a SAD
Pedro Sousa fez questão de esmiuçar os contornos financeiros elevados que envolvem o ordenado do trinco do Bayern Munique:
“O Benfica tem obrigatoriamente de olhar para a dura questão financeira. Ele aufere 9 milhões de euros brutos, que representam 4,5 milhões limpos. Imaginemos que o Benfica está na disposição de abrir a janela salarial e pagar o teto máximo, o mesmo que pagava a Otamendi (6 milhões brutos). O jogador já teria de fazer um grande desconto financeiro.”
O comentador continuou a fazer as contas detalhadas à operação: “Mesmo fazendo um contrato mais longo, de 4 anos, a receber 6 milhões por ano, são 24 milhões de euros em salários. Juntando a isso mais 20 ou 25 milhões de euros da transferência, estamos a falar de um total de 50 milhões de euros. Está o Benfica disponível para fazer um investimento deste tamanho? Essas é que são as contas reais que devem ser feitas no Seixal”, afirmou convictamente.
🔄 A Alternativa do Empréstimo Pago com Compra Obrigatória
Apesar do alerta, a direção liderada por Rui Costa mantém duas vias de negociação em cima da mesa para tentar garantir o atleta. A primeira hipótese passa por avançar em breve com uma proposta direta de compra a título definitivo por 25 milhões de euros.
Contudo, a solução mais estudada e viável passa por um empréstimo pago, com uma taxa inicial de 10 milhões de euros e a inclusão de uma cláusula de compra obrigatória no final da temporada de 2026/27 fixada em mais 15 milhões de euros.







