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Marco Silva exige lateral-direito urgente ao Benfica após saída de Dedic

Treinador encarnado não quer voltar a depender de Aursnes na posição e considera prioritário encontrar uma alternativa de confiança para Bah.

Marco Silva está preocupado com a profundidade do Benfica para a lateral-direita, após a venda de Dedic. O Glorioso 1904 sabe, em exclusivo, que o treinador encarnado teme voltar a ficar dependente de Fredrik Aursnes para a posição caso Alexander Bah sofra mais um problema físico.

Este cenário levou a estrutura da Luz a considerar urgente a contratação de um novo lateral-direito

Ao que o nosso Jornal apurou, a possibilidade de voltar a adaptar Aursnes ao corredor direito não agrada à equipa técnica. O internacional dinamarquês é visto como uma peça importante para o Benfica, mas Marco Silva pretende evitar recorrer constantemente a soluções improvisadas numa posição tão específica.

A situação de Bah aumenta ainda mais a preocupação. O lateral dinamarquês tem sido frequentemente afetado por problemas físicos ao longo das últimas temporadas e, apesar de continuar a ser uma opção importante, a estrutura encarnada não quer ficar exposta perante uma eventual nova ausência.

Banjaqui ainda não reúne a experiência desejada

Banjaqui é, para já, a outra solução disponível para o lado direito. No entanto, a sua juventude leva Marco Silva a ter algumas reservas quanto à possibilidade de entregar ao jovem a titularidade durante um período prolongado.

O jogador é visto como uma aposta de futuro, mas ainda não reúne, aos olhos da equipa técnica, a experiência necessária para assumir sozinho a posição.

É neste contexto que a contratação de um lateral-direito ganhou caráter de urgência.

O Benfica pretende encontrar um jogador capaz de oferecer concorrência imediata a Bah e, sobretudo, garantir uma alternativa de confiança caso o internacional dinamarquês volte a ficar indisponível.

A prioridade passa, assim, por reforçar o corredor direito antes do fecho do mercado.

Marco Silva não quer depender de adaptações de Aursnes nem colocar sobre Banjaqui a responsabilidade de assumir a titularidade numa situação de emergência.

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