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Manteigas reage a Pedro Proença e critica arbitragens: «Recordam os tempos dos Apitos Dourado e Final»

Antigo candidato à presidência do Benfica contesta a ideia de pacificação entre os encarnados e a FPF e deixa duras críticas ao atual contexto da arbitragem portuguesa.

João Diogo Manteigas reagiu às recentes declarações de Pedro Proença sobre uma possível reaproximação entre o Benfica e a Federação Portuguesa de Futebol.

O antigo candidato à presidência do Benfica mostrou-se contra um cenário de pacificação no atual contexto e aproveitou uma publicação nas redes sociais para deixar duras críticas à arbitragem portuguesa.

Manteigas fala nos “Apitos Dourados”

Pedro Proença tinha manifestado o desejo de voltar a ver a Seleção Nacional jogar no Estádio da Luz, num sinal de aproximação entre as instituições.

Manteigas, contudo, entende que uma verdadeira pacificação só poderá acontecer depois de serem resolvidos, na sua perspetiva, os problemas existentes entre o Benfica e o Conselho de Arbitragem.

O advogado escreveu que só haverá paz quando for resolvido o “suspense com o Conselho de Arbitragem atual” e quando o Benfica deixar de ser, segundo as suas palavras, “espoliado desportivamente (e financeiramente)” por arbitragens que “recordam os tempos dos Apitos ‘Dourado’ e ‘Final’”.

Referência direta ao FC Porto

Na mesma publicação, Manteigas fez ainda uma referência ao FC Porto e aos casos que marcaram o futebol português.

O antigo candidato encarnado escreveu que esta lembrança poderia deixar satisfeito o presidente do clube azul e branco, numa mensagem em que recuperou episódios relacionados com o passado do futebol português.

Manteigas acrescentou ainda uma referência a Vigo e à deslocação de adeptos, numa passagem igualmente direcionada ao contexto portista.

Críticas à influência do Benfica

O advogado voltou também a abordar aquilo que considera ser uma tentativa de condicionar a influência do Benfica no panorama nacional.

Na sua publicação, defendeu que só haverá paz quando deixar de existir, na sua perspetiva, uma vontade de viver “à sombra” da implantação e expressão social do Benfica.

As declarações surgem numa altura de tensão entre os encarnados e algumas estruturas do futebol português, com o tema da arbitragem novamente no centro da discussão.

Por agora, Manteigas assume uma posição crítica perante a ideia de pacificação defendida por Pedro Proença e coloca novamente a arbitragem no centro do debate.

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