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Manteigas exige mão pesada contra Gustavo Correia: “Deve ser punido, responsabilizado e suspenso”

Antigo candidato à presidência do Benfica volta a criticar o árbitro e defende medidas mais firmes por parte dos encarnados e da FPF.

João Diogo Manteigas voltou a pronunciar-se sobre a arbitragem em Portugal e defendeu uma posição mais firme relativamente a Gustavo Correia. O antigo candidato à presidência do Benfica abordou as propostas apresentadas pelo clube à Federação Portuguesa de Futebol e aproveitou para questionar a continuidade do árbitro em posições de destaque.

Numa publicação no LinkedIn, Manteigas defendeu mudanças profundas no modelo de arbitragem português, incluindo alterações nos processos de recrutamento, formação e progressão dos árbitros.

O sócio do Benfica pediu também maior transparência na arbitragem, nomeadamente através da divulgação das avaliações dos árbitros e VAR, dos relatórios dos observadores e de uma fiscalização mais rigorosa dos procedimentos e das comunicações relacionadas com o vídeoárbitro.

Foi nesse contexto que Manteigas questionou aquilo que considera ser uma “contínua premiação” de Gustavo Correia. Na sua publicação, apontou responsabilidades ao árbitro por decisões que, na sua perspetiva, terão prejudicado o Benfica em determinados encontros.

“A ação direta deste árbitro causou prejuízos desportivos e financeiros (Casa Pia na Luz e em Famalicão) e ainda acusou dirigentes do Benfica, no seu relatório de Famalicão, de o tentarem coagir, o que se provou falso”, escreveu.

Manteigas defendeu depois que deveriam existir consequências disciplinares caso se confirmassem as acusações que apresenta.

“Um árbitro que mente num relatório oficial, colocando em causa a inocência e o bom nome de representantes do Benfica, não pode ser apoiado, escolhido e promovido. Deve ser punido, responsabilizado e suspenso”, afirmou.

O antigo candidato à presidência das águias questionou ainda o estatuto internacional de Gustavo Correia e defendeu que essa condição não deve, por si só, alterar a avaliação que é feita sobre o árbitro.

“A credibilidade de um árbitro não muda por ser internacional”, escreveu Manteigas.

Na mesma publicação, o sócio encarnado defendeu que o Benfica deve continuar a acompanhar o tema e, caso considere necessário, levar a questão para instâncias internacionais, incluindo a UEFA.

As declarações surgem no âmbito das críticas de Manteigas ao atual modelo de arbitragem português e das propostas que o Benfica apresentou à FPF para alterar vários procedimentos relacionados com o setor.

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