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Luis Enrique e uma reação curiosa ao caso Vinícius

Um pouco por toda a Europa, vários treinadores das principais equipas estão a ser instados a comentar o polémico caso do Benfica-Real Madrid, do qual resultou essa acusação de Vinícius contra Prestianni, por um suposto insulto racista.

Os jornalistas estão a sondar as opiniões dos nomes maiores do futebol mundial, mas a reação de Luis Enrique, treinador espanhol do PSG, está a dar que falar. Após ouvir toda a questão da jornalista, o treinador campeõa europeu em título respondeu, com cara de enfado, que “não é importante”.

Luis Enrique a desvalorizar completamente o acontecido no palco da Luz e sem especificar qual o motivo de desvalorizar o tema, o que vai valendo algumas reações nas redes sociais. Enquanto há quem comente taxativamente que é uma posição racista do treinador espanhol, enquanto outros revelam que não quis comentar o assunto e deu esta resposta mais seca, uma vez que não envolve o seu PSG.

Certo é que a resposta curta de Luis Enrique vai dando muito que falar, por não ser aquela mais habitual, a chamada politicamente correta, que muitos estão a adotar.

https://x.com/claalbuquerque/status/2024849526553444608

Como o caso do compatriota Mikel Arteta, a reiterar a importância das reuniões da UEFA, para se tomar as melhores decisões. “É por isso que temos uma reunião com a Premier League e a UEFA antes do início da época, para ter a certeza que todos estão cientes dos protocolos. Temos de analisar caso a caso para decidir qual é a melhor opção”, disse o treinador do Arsenal.

Também Guardiola apelou a uma maior instrução e sempre a educação como a melhor arma contra o racismo. “Já o disse na semana passada. Não é o lugar onde nasceste ou a cor da pele que faz de nós melhores. Ainda há muito trabalho por fazer. O racismo está em todo o lado, não apenas no futebol, mas na sociedade. O racismo não é uma questão do tom da pele, é sobre comportamentos.

As escolas são os lugares ideias para mudar comportamentos. Paguem mais aos professores. É assim que se resolve. Não aos futebolistas. Os professores e os médicos devem ser os profissionais mais bem pagos da sociedade, de longe, e as pessoas mais importante da sociedade. Não os treinadores”, disse o treinador do Manchester City.

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