Pavlidis explica por que não celebrou golo e revela pedido de Marco Silva: «Diz-nos para nos mantermos humildes»

Vangelis Pavlidis viveu uma noite especial na vitória do Benfica frente ao Omonia. O avançado grego marcou um dos golos dos encarnados, mas decidiu não festejar, explicando que o gesto esteve relacionado com o carinho que recebeu em Chipre e o respeito que sente pelas pessoas da ilha.
«Foi muito bom jogar pela primeira vez em Chipre e num estádio de matriz grega. Gostei muito do ambiente, foi realmente especial», começou por dizer à Sport TV.
O avançado revelou que sentiu muito carinho ainda durante o aquecimento e explicou a razão pela qual não celebrou o golo.
«Senti muito carinho já no aquecimento e por isso é que não festejei o meu golo, pelo respeito que tenho por estas pessoas. O meu irmão vive na ilha. Gostei bastante do ambiente, da forma como me acolheram e foi um gesto que me veio do coração», explicou.
Pavlidis destaca marca histórica no Benfica
O internacional grego foi também questionado sobre o facto de se ter tornado no quarto melhor marcador estrangeiro da história do Benfica.
Pavlidis admitiu que desconhecia esse dado, mas reconheceu a importância de alcançar uma marca desta dimensão ao serviço de um clube como as águias.
«Não sabia disso, mas é claro que é muito especial quando jogas num clube enorme como o Benfica e consegues alcançar feitos, tanto no rendimento coletivo da equipa como a nível individual», afirmou.
O avançado mostrou-se satisfeito com o momento que atravessa e deixou claro que pretende continuar a contribuir para os objetivos da equipa.
«Fico muito feliz por isso, quero continuar assim e dar o meu melhor pelo clube», acrescentou.
O pedido de Marco Silva ao balneário
Questionado sobre as ambições do Benfica na Liga Europa, Pavlidis preferiu manter os pés assentes na terra e destacou a mensagem transmitida por Marco Silva ao grupo.
«Sobre o rendimento da equipa, não quero falar em demasia. O treinador pede-nos para nos mantermos humildes e irmos jogo a jogo», revelou.
O avançado reconheceu ainda que a equipa precisava de melhorar a exibição depois de uma primeira parte em que, na sua opinião, o rendimento ficou aquém do necessário.
«Vimos que, se baixarmos o nosso rendimento como aconteceu na primeira parte, não conseguimos ganhar assim. Na segunda parte compreendemos – todos no balneário perceberam – que tínhamos de dar muito mais», explicou.
Quanto ao futuro na competição, Pavlidis sublinhou que o foco está nos jogos que faltam disputar nesta fase, com o objetivo de terminar entre os oito primeiros classificados.
«Falar do futuro é ir longe demais e não me quero focar nisso. O foco tem de estar nos oito jogos que temos pela frente nesta fase, procurar ficar nos primeiros oito lugares e depois pensar jogo a jogo. É a única forma de alcançar objetivos», concluiu.







